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Polícia investiga corpo carbonizado em via movimentada de Anápolis

de admin

Bruninho relatou que Pistão foi o responsável pela execução e que Paulista ateou fogo no corpo

Um corpo carbonizado foi encontrado na tarde de quinta-feira (24/7) na Rua Amazilio Lino, uma das principais vias do Centro de Anápolis. A vítima, do sexo masculino, foi encontrada de joelhos, curvada para frente e com as mãos atadas para trás.

Os militares isolaram a área para o trabalho da perícia. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), e vai passar por exames de necropsia para confirmar a identidade e a causa da morte.

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De acordo com a Polícia Militar, três homens foram presos horas depois da localização do cadáver. Um deles relatou que a vítima teria sido morta na noite de terça-feira (22/7), com golpes de faca, após ser acusada de estupro.

Imagem borrada do corpo carbonizado
Local onde corpo carbonizado foi encontrado na Rua Amazilio Lino (Foto: reprodução)

Suposta retaliação

A vítima teria estuprado a mulher de um dos envolvidos no homicídio. Durante a abordagem, detido que confessou ter participado apenas da ocultação do cadáver, afirmou que o homem foi morto a facadas e levado em um carrinho de supermercado até o local onde foi incendiado.

O responsável pelos golpes de faca seria um homem conhecido como “Pistão”, enquanto outro, apelidado de “Paulista”, foi quem ateou fogo no corpo. A polícia também apreendeu o carrinho de supermercado usado no transporte.

Imagem do carrinho de supermercado
Carrinho de supermercado usado para transportar o corpo até o local de desova (Divulgação PMGO)

Durante a madrugada

A área do crime fica a cerca de 500 metros da Delegacia da Mulher. Moradores disseram não ter visto movimentação suspeita durante a madrugada, o que levou os investigadores a concluir que o corpo foi deixado no local já sem vida.

Os três presos e os objetos apreendidos foram apresentados na delegacia. O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que vai analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir eventuais testemunhas.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados e suas defesas não foram localizadas. O espaço permanece aberto para manifestações.

Por Mais Goiás

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