A carta golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) surpreendeu aliados próximos do senador, que classificaram a atitude do ex-candidato a presidente como “perigosa”.
Senadores e deputados ouvidos pelo Painel dizem que nenhum deles foi consultado sobre o documento, cuja primeira versão dizia que Flávio era presidente eleito, depois amenizada para “líder” do Brasil.
Um parlamentar próximo do senador do PL disse, sob reserva, que a carta “ultrapassa o limite do razoável” e que não dá para “esticar a corda” dessa maneira. Outros procurados preferiram não comentar o assunto.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que até então era coordenador da campanha de Flávio, foi a público para dizer que não há provas e que nem ele, nem o PL, podem afirmar que houve fraude nas eleições.
O tom adotado na carta de Flávio foi rechaçado por aliados do senador que foram democraticamente eleitos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que é preciso seguir em frente e respeitar o resultado das urnas.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha?
Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui).
Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia.
A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
