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Médico goiano será ouvido como testemunha no caso Henry Borel

Especialista em psiquiatria forense integra equipe de assistentes técnicos da defesa de Dr. Jairinho

de admin

Médico goiano é testemunha técnica no caso Henry Borel

O médico psiquiatra goiano Hewdy Lobo será ouvido como testemunha técnica no caso Henry Borel. O júri de Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros, padrasto e mãe da vítima, começou na segunda-feira (25). Eles são acusados pela morte do garoto em 2021, no Rio de Janeiro.

Quanto ao goiano, ele integra a equipe responsável pela elaboração de parecer técnico apresentado pela defesa do ex-vereador do Rio de Janeiro Dr. Jairinho. Lobo é especialista em psiquiatria forense e atua na análise técnica de aspectos psiquiátricos e comportamentais relacionados ao réu.

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A equipe que inclui o médico elaborou um parecer que visa apresentar uma avaliação complementar aos elementos já existentes no processo. Segundo Lobo, “a atuação da psiquiatria forense ajuda a trazer elementos técnicos e científicos para discussões que, muitas vezes, envolvem forte comoção social. O objetivo é contribuir com análises fundamentadas, dentro dos limites da medicina e da perícia psiquiátrica”.

Ele deve ser ouvido como testemunha técnica ainda na quarta-feira (27). “É um trabalho que exige responsabilidade, rigor metodológico e análise criteriosa. Participar de um caso acompanhado nacionalmente também demonstra a relevância e a credibilidade da psiquiatria forense produzida em Goiás”, argumenta.

Henry morreu em quatro horas após lesão no fígado, diz médico legista
(Foto: Arquivo pessoal)

Caso Henry Borel

Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, quando estava no apartamento em que vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o médico e ex-vereador Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. À época, os réus disseram que encontraram a criança desacordada no local.

No hospital onde levaram Henry, os profissionais verificaram que a morte foi causada por hemorragia interna e laceração hepática. Monique e Jairinho, então, afirmaram que teria ocorrido um acidente doméstico. Entretanto, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) constatou 23 lesões pelo corpo da criança.

Por Mais Goiás

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