O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, deve visitar o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional de onde a PRF (Polícia Rodoviária Federal) monitora as ocorrências durante o pleito deste domingo (4).
O ministro quer mostrar uma nova imagem de união entre as instituições após os episódios registrados em 2022.
Na última disputa presidencial, ainda no governo de Jair Bolsonaro, a PRF realizou blitze nas rodovias, principalmente na região Nordeste, e dificultou a chegada de eleitores aos locais de votação.
Mais tarde, o então chefe da corporação Silvinei Vasques foi preso por suspeita de tentar interferir na eleição em redutos eleitorais petistas.
Desta vez, a ideia é mostrar que o tribunal acompanha de perto o processo eleitoral e que, diferentemente das últimas eleições, há uma parceria que vai garantir o livre exercício do voto.
Nunes Marques deve visitar o local ainda pela manhã, depois de votar, e tem dito a auxiliares que quer “mudar a fotografia”.
Neste ano, os órgãos assinaram um acordo que garante a circulação dos eleitores nos dias de votação e prevê que ações de fiscalização não poderão ser obstáculos aos deslocamentos.
No pleito de 2022, em meio às blitze, Silvinei Vasques foi chamado à sede do TSE para dar explicações ao então presidente da Corte, o ministro Alexandre de Moraes.
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