China manifesta ‘firme oposição’ às tarifas de Trump e defende diálogo para resolver divergências – Blog Folha do Comercio
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China manifesta ‘firme oposição’ às tarifas de Trump e defende diálogo para resolver divergências

de admin

Ministro do Comércio da China, Weng Wentao reiterou a disposição do país asiático para trabalhar com os EUA, buscando criar ‘ambiente de negócios mais favorável para as empresas de ambos os países’

O ministro do Comércio da China, Weng Wentao, manifestou a “firme oposição” do país às tarifas de 10% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos chineses, destacando as implicações prejudiciais da medida. Para o governo chinês, segundo comunicado, a decisão americana baseada em questões como o fentanil não justifica a imposição das tarifas.

Além disso, Wentao mencionou o recente memorando do presidente americano, Donald Trump, “Política Comercial América Primeiro”, que incluiu diversas investigações direcionadas à China.

A China espera que os EUA conduzam essas investigações de forma “objetiva, racional e profissional”, promovendo maior transparência, afirmou o ministro. Apesar das “divergências no comércio entre os dois países”, o ministro acredita que esses desafios são “normais” e devem ser resolvidos “por meio de diálogos e negociações equitativas”.

China ressaltou a importância das relações comerciais com os EUA após anúncio de Trump
China ressaltou a importância das relações comerciais com os EUA após anúncio de Trump Foto: NYT

Wentao reiterou a disposição da China para trabalhar com os Estados Unidos, buscando criar “um ambiente de negócios mais favorável para as empresas de ambos os países” e trazendo mais benefícios para a população das duas nações.

O ministro também ressaltou a importância das relações comerciais entre os dois países, mencionando que, desde o estabelecimento das relações diplomáticas, “os laços comerciais e econômicos entre China e EUA passaram por um grande desenvolvimento”. Ele afirmou que “uma relação comercial saudável e estável entre China e EUA atende aos interesses comuns de ambos os países e às expectativas da comunidade internacional”.

Por Estadão


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